ACCS avalia abertura do mercado norte-americano para a carne suína

24/01/2012 

2012 iniciou com notícias positivas para o mercado da carne suína. Entre as mais aguardadas pela suinocultura brasileira, a confirmação que os Estados Unidos reconhece a equivalência do serviço brasileiro de inspeção de carne suína, autorizando a habilitação de matadouros-frigoríficos do estado para exportação de carne suína in natura, fortalece o setor.

Para o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Losivanio de Lorenzi, a notícia dá um animo aos produtores. “Há muitos anos buscamos resultados de exportações como esse, cada passo da suinocultura catarinense foi dado justamente por esse objetivo, ser reconhecida por países como os EUA, com as melhores condições para adiquir carnes. Somos agora uma vitrine para outros países consumidores de carne suína”, destaca ele.

Com foco em resultados, a suinocultura catarinense também acredita que o mercado dos Estados Unidos pode abrir outras portas para o estado e o país, a médio e longo prazo. “Os americanos são referência em todos os segmentos da economia, e isso faz com que as suas preferencias também sejam de outros países. Desta forma, acreditamos que Santa Catarina poderá contar com a aceitação dos mercados do Japão e Coréia”, acrescenta o presidente.

Mas quando o assunto é exportação, é preciso ter cautela. A produção precisa ser mantida até que a importação de carne suína seja efetivamente realizada. “Nossa recomentação aos suinocultores catarinenses e brasileiros é manter a produção com está, sem excedentes no mercado, primeiro é preciso aguardar até a real compra da nossa carne, para posteriormente tomar as atitudes”, pontua.

Além das vendas de carne suína, o mercado de insumos também reflete no bolso do suinocultor. Para manter o custo de produção é preciso que os valores dos insumos, como milho e soja, sejam viáveis. Em Santa Catarina, existe uma preocupação, quanto à estiagem. Para a ACCS, a falta de chuva compromete a suinocultura, mas não atinge a produção nacional. “Nosso estado é um grande importador de milho e não produtor, por isso, a seca vai afetar o consumo local, a produção dos agricultores, mas não deve refletir nos preços em ambito nacional. O que há é especulação sob o mercado dos insumos”, finaliza Lorenzi.

Fonte: ACCS

 
17 | 02 | 2012
16 | 02 | 2012
15 | 02 | 2012
14 | 02 | 2012
13 | 02 | 2012


   Preço Suíno (Independente)
   Toledo - R$ 2,30
   Cascavel - R$ 2,22
   Pato Branco - R$ 2,22
   Guarapuava - R$ 2,50     
   Irati - R$ 2,70

   Preço Milho (Saca 60 Kg)
   Castrolanda
   Paranaguá - R$ 26,92 
   Ponta Grossa - R$ 25,02
   Capal - Paranaguá - R$ 27,00
   Ponta Grossa - R$ 26,00

    Atualizado em 16/02/2012 

____________________________

 

 

 

 


ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE SUINOCULTORES - APS
Rua Conselheiro Laurindo, 809 - Sala 910 Centro
Curitiba - PR CEP: 80.060-100
Telefone: (41) 3223-1207 Fax: (41) 3223-1535
E-mail: aps@aps.org.br