17/02/2012
Trocar informações sobre o mercado de suínos e perspectivas para setor, e ainda, discutir a atual situação da suinocultura, este foi o objetivo da reunião juntamente com a Bolsa de Suínos de SP, realizada na última segunda-feira, 13, em Campinas, SP.
Estiveram presentes os presidentes da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, da Associação Paulista de Criadores de Suínos, APCS, Valdomiro Ferreira Júnior e o presidente da Associação Paranaense de Suinocultores, APS, Carlos Geesdorf.
De acordo com Lorenzi, o momento que a suinocultura está passando, mais uma vez é crítico. “Tivemos este problema agravado desde junho do ano passado e ainda não foi solucionado” afirma. Segundo o presidente da ACCS, o objetivo da participação na Bolsa de Suínos foi de melhorar as negociações da Bolsa de Suínos de SC e conhecer outro modelo de união baseado no cooperativismo, através de compra aberta e compra fechada. “Um sistema implantado pelos produtores de SP e que vem produzindo ótimo resultado” destaca. O dirigente diz que a intenção da ACCS é unificar as ações dos produtores independentes de SC, PR e SP, para uma melhor negociação de preços para aos produtores.
Nossas entidades tem gasto e dedicado tempo em campanhas de valorização da imagem do nosso produto. Tenho receio que diante dos resultados de rentabilidade do setor nos últimos catorze meses, as ações não estão contemplando o produtor. Caso isso não seja revertido a tempo, teremos uma melhor imagem do suíno, com certeza, entretanto, o ator (produtor) principal não fará mais parte desse show, chamado cadeia produtiva da carne suína, declara Valdomiro Ferreira Júnior.
Carlos Geesdorf ressalta que durante o encontro foi possível trocar informações importantes de como se comportam os três mercados de produção e comercialização, cargas tributárias incidentes sobre a cadeia e volumes de comercialização em cada estado. “Discutimos alternativas para os problemas cruciais que atingem a suinocultura há muito tempo, principalmente custo de produção e comercialização, e que não tem sido solucionado, nem tampouco são alvo de ações efetivas por parte do governo e das lideranças da cadeia”. Por fim, foram traçadas algumas estratégias e metas para buscar as soluções destes e de outros problemas comuns aos três estados e que serão alvo do trabalho das três associações, finaliza Geesdorf.
FONTE: ACCS








